Gurupi

09/08/2012

Trabalhadores Federais fazem manifestação por melhores salários em Gurupi

Por: Wesley Silas


Os servidores da UFT, IFTO, INCRA, FUNAI, IBGE, ANIVISA, ANATEL, Ministério da Saúde e da PRF denunciam a política do Governo de congelamento salarial, terceirização desordenada, uso político-partidário da administração pública e desmonte do serviço público.




 Movimento na BR 153 em Gurupi (Foto: Wesley Silas)

O movimento que saiu do Campus da UFT, percorreu as ruas da cidade até o Posto da Polícia Rodoviária Federal da BR-153 em Gurupi. “Enquanto o governo não apresentar uma proposta concreta nós estaremos mobilizados em operações temáticas em toda Unidade de Federação”, disse o representante do Sindicato dos Policiais Rodoviários Federais no Tocantins, Marcos Dias. Ele informou ainda que nos próximos dias acontecerão outras operações de paralização na BR-153. “O transito fica paralisado dez minutos e  em seguida é liberado por dez minutos, sucessivamente”, acrescentou.

O Delegado Sindical da Funai em Gurupi, Euclides Dias Lopes, informou que os 18 funcionários da Funai que atuam na região sul poderão paralisar as atividades nos próximos dias. “Na segunda-feira vamos fazer uma assembleia para aderir o movimento”, disse. Euclides que lembrou que o governo federal não compareceu ao encontro marcado para o dia 26/07 para discutir as propostas das categorias.

Em Gurupi os professores da UFT estão em greve desde o dia 15/05 e os servidores técnicos administrativos estão desde o dia 18/06. O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Estado do Tocantins (IFTO) em Gurupi aderiu a greve no dia 18/06.

Reivindicações:

Reposição das perdas inflacionárias dos últimos anos;

Melhores condições de trabalho, aumento efetivo e estruturação das carreiras;

Data Base para reposição da inflação, para que não sejam necessárias futuras greves;

Melhoria da infraestrutura dos órgãos em estado de precarização;

Revogação imediata das propostas legislativa que retire direitos dos servidores ou contrários aos direitos dos povos indígenas e assentados;

O setor da educação defende ainda a destinação de 10% do produto Interno Bruto (PIB) para a Educação.



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