Foco Universitário

02/08/2012

Ministra não ofereceu nenhuma proposta concreta em relação ao fim da greve, afirma Dorinha

Por: Redação


A deputada Professora Dorinha Seabra Rezende (Democratas/TO) considerou a reunião com a ministra do Planejamento Miriam Belchior sobre a greve das universidades e institutos federais pouco eficiente.




 

A ministra recebeu os parlamentares membros das comissões de Educação e Cultura (CEC) e Trabalho e Serviço Público nesta quarta, 1º. Professores e assistentes administrativos federais estão em greve há dois meses.


“A ministra não ofereceu nenhuma proposta concreta. Creio que é preciso abrir mais espaço para ouvir as reivindicações das categorias. Além disso, o Governo Federal precisa rever a organização das carreiras, tornando-as atrativas desde o início. Há a necessidade de discutir novas bases para a Educação brasileira”, disse a parlamentar, que também citou a necessidade da reformulação do ensino superior brasileiro, assunto que aguarda um novo projeto de reforma na Câmara dos Deputados há mais de cinco anos.


Em defesa do Governo, a ministra disse que há a preocupação com a situação das universidades e instituições federais em greve, mas que a proposta apresentada para a categoria docente foi definitiva. “Não podemos fazer uma proposta inconsequente. Do ponto de vista do Governo, essa é a nossa proposta final”, afirmou.


Proposta do Governo

O Palácio do Planalto elevou a fatia do orçamento público para o reajuste salarial dos docentes de R$3,9 bilhões para R$ 4,2 bilhões em repasses para os meses de março de 2013, 2014 e 2015. Também reformulou os repasses mínimos de 12% para 25%. O teto do aumento do salário dos professores se mantém em até 45%. Mas esse limite é apenas para doutores com titularidade e dedicação exclusiva. O repasse de 25% a 45% irá incidir sobre o salário-base acrescido dos 4% formalizados pelo Ministério da Educação há três meses.

A categoria docente aceitou parcialmente a proposta, mas também quer que a cada nível da carreira haja um aumento salarial de 5%, que a remuneração por titulação seja incorporada ao salário-base, e que as avaliações para promoção sejam realizadas pelas universidades e não por grupos externos de trabalho, como propôs o governo federal.

Os administrativos querem 22% de reposição salarial por causa dos reajustes inflacionários dos últimos dois anos e uma data-base para negociação anual. Após findar as negociações com os professores federais que o Governo Federal deverá apresentar uma proposta para o quadro administrativo, o que deve acontecer no próximo dia 13.



[+] notícias

    • Ed Buguer
    • Guia de Compras
    • Doe Sangue
    • Lider Auto Peças
    • CooperfriGU
    • Toantins FM
    • Atitude Tocantins
    • BloG do Jairo

    Quem Somos | Capas  | Agronegócio | Ambiente Gospel | Cidades | Ciências e Tecnologia  | Contexto Brasil | Cultura | Economia | Educação | Eleições 2012 | Empregos, Cursos e Concursos | Esporte / Rogério Rodrigues | Estado | Filantropia | Foco Universitário | Gurupi | Meio Ambiente | Opinião | Polícia | Política | SAÚDE COM ATITUDE | Sociedade | Contato | Acessos

    Jornal Atitude Comunicação © 2013 - Todos os direitos reservados