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Polícia

24/04/2012

DIANÓPOLIS: Jornalista diz que sua prisão foi arbitraria para intimidá-lo

Por: Wesley Silas


O jornalista do site Sudeste Hoje, Carlos Henrique Furtado, preso na noite desta segunda-feira, 23, em Dianópolis, que denunciou cenas de sexo explicito em uma boate em Dianópolis disse que a sua prisão foi uma retaliação dos oficiais da PM por “ter um oficial suspeito de estar presente na festa”.




 Apreensão do material de trabalho (Foto: Divulgação)

Depois de ser preso sob a acusação de guardar material pornográfico com menor, Carlos Henrique disse ao Portal Atitude que sua prisão foi uma forma que os oficiais da PM acharam para o intimidarem e acusá-lo de guardar material pornográfico de menor em computador da  redação do site. “Me prenderam porque eu estava com o vídeo da festa, que era material da reportagem, em meu computador. Aliás, foi uma retaliação dos oficiais da PM por ter um oficial suspeito de estar presente na festa....Intimidação e arbitrariedade”. Disse Carlos Henrique. “Vou arrumar um criminalista e fazer representação. Não tem provas , em fotos, nem nada. Apenas o depoimento de um oficial da PM”. Acrescentou.

De acordo com o jornalista existe um tenente por nome de Tiago que trabalha no Detran de Dianópolis que está sendo investigado por ter participado da festa na boate Paparazzi.  “A suspeita sobre ele partiu do promotor Rodrigo Vargas, e foi o suficiente para que acontecesse tudo isso, uma forma "deles" saberem quais as provas que o promotor tinha contra esse Tiago era entrando na minha redação e pegando meus computadores”. Declarou. 

Carlos Henrique informou ainda que teme que alguém coloque alguma coisa em seu computador no sentido de incriminá-lo. “Estão com meus computadores presos e podem colocar o que quiserem lá, já que ontem não apresentaram nada para justificar a prisão”. Disse.

O caso é sério e a conduta dos políciais devem ser melhor apurada pela corregedoria da Polícia Militar do Tocantins e melhor investigado pela Polícia Civil, acompanhado pelo Ministério Público e pelo Sindicado dos Jornalista do Tocantins (Sindjor), no sentido de esclarecer os fatos e verificar se o jornalista cometeu algum crime ou se houve abuso de autoridade, atentado ao exercício da profissão de jornalista, uma prática condenável e deplorável por toda sociedade e assegurada na Constituição Federal.



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